O que é Coronavírus ?

O COVID-19 ou Coronavírus foi identificado em 1960, como uma família de vírus que causa síndromes respiratórias, pneumonias e resfriados. Ele recebeu esse nome por conta de suas características, o vírus se assemelha a uma coroa (corona em espanhol). Em 2003 já havíamos lidado com um tipo de coronavírus. A SARS: Severe Acute Respiratory Syndrome – Síndrome Respiratória Aguda Grave que também surgiu na China e atingiu outros países, resultando em mais de 900 mortes.

Portanto, este vírus já era existente, o que ocorreu foi a propagação de uma nova versão dele. Com os números de casos confirmados crescendo a cada dia, especialistas da área de saúde passaram a recomendar medidas de segurança como o trabalho em home office, distanciamento social e fechamento de comércios. 

Caso seja necessário sair de casa, use máscaras de proteção adequadamente e adote o uso do álcool em gel, além de lavar as mãos constantemente.

 

Coronavírus no mundo da MODA

Grandes eventos no Mundo da Moda foram cancelados. A Fashion Week de Paris prevista para o mês de julho de 2020, a Semana de Alta Costura e os desfiles da Semana da Moda Masculina de Milão foram cancelados por causa da pandemia do coronavírus. Com a rápida propagação do vírus pela Europa, não faria sentido continuar com estes grandes eventos.

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Proteção contra o corona vírus | Foto: Diariodoaco

‘’Não há condições para que aconteçam os eventos de moda parisienses, diante do aumento da epidemia de COVID-19 que está avançando no mundo da moda’’ indicou a federação francesa em um comunicado. 

“A decisão foi necessária devido à difícil situação causada pela propagação da pandemia”, explicou a câmara em um comunicado, detalhando que os desfiles masculinos ocorreriam “por ocasião da edição dos desfiles de moda feminina de setembro de 2020”.

“Medidas enérgicas são necessárias para garantir a saúde das empresas, dos seus funcionários e de todos que trabalham em nossa indústria”, explicou a FHCM em comunicado.

O calendário da moda brasileiro também foi afetado. O São Paulo Fashion Week anunciou o seu cancelamento, já o Minas Trend deverá anunciar a sua posição.

 

FATURAMENTO E SEU CENÁRIO COM O CORONAVÍRUS

Com o avanço da pandemia do coronavírus na China, a indústria da moda tem se  mostrado preocupada com o cenário. Isso porque o mercado chinês é responsável por 90% do aumento do capital de grandes marcas desde 2018, como informa o Financial Times.

Uma pesquisa de mercado feita pela RBC Capital Marketing prevê uma queda de 10% no consumo chinês durante o primeiro semestre do ano de 2020, que terá impacto de 2% nas receitas dos conglomerados de moda presentes na China. A LVMH, que é um deles, teve baixa de 4% nas ações, enquanto a Kering, que controla marcas como Saint Laurent e Gucci, suas ações despencaram 8%. Em uma coletiva de imprensa, Bernard Arnault, chefe executivo da LVMH, disse que suas vendas entre janeiro e fevereiro de 2020 serão afetadas, mas se o vírus morrer em até dois meses e meio, os impactos serão menos terríveis.

As empresas de confecções estudam o modo de minimizar o efeito na produção. 

 

Como se vestir adequadamente? 

A recomendação dos especialistas é não utilizar acessórios como: bijuterias, anéis, colares, pulseiras brincos e relógios, pois existe uma dificuldade de fazer a higienização desses objetos. Além disso, os acessórios têm contato direto com a nossa pele. Por esse motivo as bijuterias podem se tornar uma forte fonte de propagação do vírus.

Em relação às roupas, a recomendação é tomar os cuidados necessários ao chegar em casa.

 

Fechamento das lojas

Com o fechamento das lojas, as empresas de grande porte focaram as suas vendas no comércio online. Adaptando suas plataformas já existente em apps e facilities para uma melhor experiência do consumidor. Os correios, por exemplo, divulgou em nota à imprensa, medidas de prevenção e funcionamento de entrega. Eles divulgaram uma lista de países com restrições e suspensões de entregas postais por conta da pandemia, porém as postagens dentro do território nacional seguem normalmente.

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Lojas fechadas | Foto: Gauchazh.

Em contrapartida de lojas e empresas físicas que dependem do pleno funcionamento de suas atividades, serviços de delivery vêm se destacando com propostas inovadoras. Esse é o caso da Upperbag, uma e-commerce que envia roupas e acessórios para a casa de seus clientes sem compromisso de compra e com frete grátis para a Grande São Paulo.

Além de realizar entregas, a Upperbag conta também com um time de profissionais da moda para realizar a seleção das peças enviadas e atender os gostos e necessidades de cada pessoa. O sistema de consultoria de moda se resume ao envio de uma BAG com aproximadamente 30 itens de moda e, para isso, cada consumidor deve preencher um cadastro informando seus gostos para depois a equipe entrar em contato e tirar dúvida sobre suas preferências.

Assim que o atendimento é realizado, as stylists iniciam a seleção dos itens que serão enviados e a mala chega ao consumidor em até sete dias, variando de acordo com cada região. Para São Paulo, o prazo é de até três dias e a entrega é realizada através de motoboys, seguindo todas as recomendações das autoridades de saúde para evitar a proliferação da COVID-19.

 

Como comprar roupa com as lojas fechadas?

Com as lojas físicas fechadas, existe um receio ao comprar roupas online. Muitas pessoas contestam a dificuldade de provar as peças. Já que a entrega pode demorar e quando o produto chega, pode não servir. Por isso, muitas lojas estão sofrendo nessa adaptação. Para o consumidor, isso pode trazer grandes prejuízos. 

A UPPERBAG entende bem como isso ocorre. Por isso, oferece o serviço de Delivery de Roupas e permite o consumidor experimentar peças essenciais que não podem faltar no guarda-roupas e pagar apenas pelas que realmente quiser adquirir. A ideia é levar a ‘’loja’’ ao consumidor, com os itens que tenham a ver com o seu perfil. Com isso, é possível ter a oportunidade de experimentá-las, sem filas de provadores e a necessidade do deslocamento até as lojas. Veja como funciona:

 

O vírus fica na roupas?

Ainda não existe um estudo que comprove a quantidade de tempo que o coronavírus permanece em roupas e tecidos, mas pesquisas realizadas com outros vírus apontam que pode haver uma sobrevida de 72 a 96 horas em tecidos.  Uma análise realizada com o vírus causador da SARS – Síndrome Respiratória Aguda mostrou que ele é capaz de sobreviver por 24 horas em tecidos de algodão, por exemplo.

roupas covid-19

Cuidado com as roupas | Foto: PortalR7

Porém, segundo os especialistas é importante não misturar a roupa usada na rua com as demais. Adotar medidas de precauções são essenciais como: tirar a roupa e o calçado na porta de casa para não circular com o sapato sujo.

 

Como lavar as roupas adequadamente? 

A lavagem com água, sabão e desinfetante líquido, em conjunto com a higienização das peças utilizadas no dia a dia são eficazes no combate ao coronavírus. É importante a separação dessas peças que foram utilizadas ao sair de casa das demais. Separar lençóis, roupas, cobertores, toalhas e panos de cozinha, entre outros tecidos, de uso por indivíduos com a doença é essencial. 

 

Cuidados contra o coronavírus ao sair de casa. 

A recomendação é não sair de casa, mas caso precise, adote as recomendações necessárias como:

  • Evite tocar nos móveis e objetos antes de lavar as mãos;
  • Limpe seu celular com álcool 70% e lave os óculos com água e sabão
  • Não use anéis, pulseiras e relógios.
  • Mantenha-se a pelo menos 1 metro de distância das pessoas e não as cumprimente com aperto de mãos, beijo ou abraço.
  • Evite tocar em superfícies e não leva as mãos ao rosto antes de higienizá-las

 

Coronavírus e o Comércio  

Com a paralisação dos serviços considerados não essenciais, o comércio foi totalmente prejudicado, não somente esse setor, mas outros como o turismo e o entretenimento. Os shoppings centers, lojas de ruas e os comércios locais foram obrigados a fechar suas portas. Com isso, muitos serviços foram obrigados a iniciar suas vendas pela internet e entregas por correio. Os deliverys começaram a ser o principal aliado de comerciantes e lojistas que puderam adotar essas medidas.

 

Gigantes da Moda e a mobilização na prevenção contra o coronavírus

Muitas empresas vem adotando medidas de segurança para seus colaboradores e clientes, como por exemplo as instituições financeiras que mobilizaram esforços para diminuir cobranças de taxas. No mundo da moda não foi diferente, gigantes deste segmento também se mobilizaram. O grupo francês LVMH, líder mundial do luxo e dono da Louis Vuitton, Dior e Guerlain, anunciou que vai produzir álcool em gel em suas fábricas de perfumes e será doado à autoridades francesas, mantendo essa ação o tempo que for necessário. 

KERING

O grupo Kering doou 2 milhões para a Itália, onde é bastante presente com as marcas Bottega Veneta e Gucci. As marcas Versace e Estée Lauder, já haviam feito as primeiras doações para a China, em Janeiro quando o surto da crise sanitária foi diagnosticado. 

MONCLER

A marca italiana Moncler doou 10 milhões de euros para a construção de um hospital em Milão com mais de 400 unidades de terapia intensiva. Segundo o presidente executivo da marca, “Milão é uma cidade que deu um presente extraordinário. Não podemos abandoná-la”. 

ZEGNA

A Zegna, fará doações de 3 milhões de euros. O Grupo também converterá parte da suas instalações de produção na Itália e Suíça para fabricação de máscaras, suprimentos e trajes hospitalares. 

AREZZO & CO

Uma das maiores marcas de calçados femininos da América Latina, a ARREZZO & CO lançou uma campanha ‘’Passos da Heroínas’’, oferecendo milhares de calçados para médicas, enfermeiras e auxiliares de enfermagem.  A empresa também está organizando a produção de 25 mil máscaras de proteção para serem doadas. 

PRADA

 A marca irá usar sua fábrica, na Itália, para produzir cerca de 80 mil macacões para profissionai da saúde e 110 mil máscaras. A empresa adotou essa decisão após o pedido do governo da Toscana, região que está sendo afetada pelo coronavírus. O grupo inicialmente tinha feito uma doação de 1,25 milhões de euros para hospitais italianos, e agora destinará 2 milhões em doações para instituições de saúde que estão na luta para combater o vírus.

NATURA & CO AMÉRICA LATINA 

As marcas Avon, Natura, Aesop e The Body Shop anunciaram que todos os colaboradores de sua fábrica se dedicarão a produção de itens essenciais de higiene pessoal, além de álcool em gel líquido. 

HERING E RIACHUELO 

Para o combate do vírus, as empresas mobilizaram suas produções para a confecção de uniformes de proteção, máscaras, toucas e jalecos. Serão milhares de peças doadas, pois é grande a escassez desses produtos nos hospitais brasileiros devido a grande procura. 

UPPERBAG

Preocupados com a saúde dos clientes, colaboradores e sociedade, a Upperbag está tomando algumas medidas de prevenção contra o coronavírus: Dentre elas estão o uso de luvas e máscaras para o manuseio de peças de roupas e entregas de bags. A empresa ainda adotou medidas higiênicas necessárias para as bags que retornarem das casas dos clientes, deixando-as em quarentena e, logo após, estocam os produtos em ambientes arejados. Conheça mais sobre o serviço!